Just Cause 2

Como já faz um tempinho que não posto nada sobre games, então, sem fazer rodeios, deixe-me fazer um convite logo de cara: prepare-se para uma aventura incrível de tirar o folêgo! Conheça Just Cause 2. Antes de mais nada, veja o trailer, para ter uma pequena ideia da grande maravilha que é esse jogo.

Conseguiu sentir a adrenalina? Muito bem. Você é Rico “Scorpio” Rodriguez, um mercenário contratado por uma agência secreta americana para realizar alguns trabalhos sujos e foi solicitado para utilizar de suas habilidades na ilha da província de Panau, uma região fictícia ao sudeste da Ásia. Os habitantes da ilha vem sofrendo com a forte repressão implantada pela ditadura do atual governador, Pandak Panay, que cortou sua aliança com os Estados Unidos após a morte de seu pai, o ex-governador.

Ação intensa com uma pitada de humor

Logo de cara, após ser levado de helicóptero à um ponto estratégico, você já deve aprender a se controlar numa queda-livre até uma instalação militar, que contém informações vitais para seu próximo trabalho. Chegando ao solo, começa a diversão ilimitada: o principal objetivo do personagem é apenas causar caos. Muito caos! Tudo o que você deve fazer é destruir o que está ao seu redor e tentar continuar vivo, claro.

Quando for sabotar um oleoduto, corra para longe e depois para mais longe ainda.

Vale tudo nesse jogo: incendiar silos de combustível, sabotar o gasoduto, desalinhar as engrenagens dos geradores elétricos, quebrar os lançadores anti-aéreos, etc. Para isso, existe à mão um arsenal imenso. Mas não é apenas atirando com suas armas ou detonando explosivos que você derruba uma torre de rádio de centenas de metros, não é? Roube um tanque ou voe num chopper. Se acabar a munição, de quebra, você arremessa o veículo contra a base para causar um estrago ainda maior.

Nada melhor para acalmar os nervos do que roubar um helicóptero

Ainda não falei, mas o grande trunfo do jogo é o acessório devastador que dá o apelido ao personagem principal. Em seu braço esquerdo, um lançador de gancho com cabo-de-aço. Lembra do Scorpion? Bingo! Esse gancho permite que você se prenda à qualquer superfície para ganhar impulso ou para prender-se à um objeto e, até mesmo, para atar dois inimigos juntos, por exemplo. A descoberta de novas (e na maioria das vezes hilárias) possibilidades é a garantia de diversão absoluta. Só de brincadeira, tente atar um carro em movimento a uma árvore, ou a um outro carro no sentido contrário e assista atenciosamente. Você vai me agradecer.

Com gráficos muito bem detalhados, sonoplastia perfeita, AI e física extremamente bem desenvolvidas, além de uma excelente jogabilidade, Just Cause 2 é um game que recomendo fortemente. Garanto que sua eksperimentação será prazerosa e divertida. Um grande abraço e good game!

Nota do Editor: Jack esqueceu de falar do PARAQUEDAS. E também esqueceu de dizer que esse jogo é divertido mas é o game mais galhofa do mundo. Sério, é pra dar risadas mesmo.

Sarah Blasko

Esse post vai para a Daia e para o Marcão. E já peço perdão pela falta de texto… mas creio no Don’t Tell, Show.

Falei de Nneka, de MAdM e, continuando o padrão de moças vocalistas com estilos diferentes, trago agora Sarah Blasko, uma cantora de… err…

Sarah Elizabeth Blaskow (quem deu a ideia de tirar o W foi um gênio) é uma cantora australiana de… pop? Não sei mesmo o estilo de suas canções! Algumas músicas são mais lentas, outras mais pegadas… não é rock, ok. Não é alternativo. Mas será que POP é o gênero correto?

Ah, pouco importa. O notável mesmo é a capacidade da moça de fazer belíssimas músicas com letras fas-ci-nan-tes. Sério, poesias com um violãozinho no fundo. Exemplifico isso com Always Worth It, uma de minhas favoritas. (Recomendo acompanhar a letra)

Que som gostoso né? Que voz calma, serena, feita para uma tarde chuvosa ou noite fria. Mas não para por aí. A moça não tem só uma voz bonita que fica melhor ainda sob trezentos efeitos de estúdio. Ela canta PRA CACETE. Quer uma prova? Então aí vai outro som fantástico, ao vivo, acelerado e com uma pegada diferente da versão de estúdio.

Não tem muito o que falar da mulher. O estilo dela continua indefinido, mas o poder da voz tranquila e as composições perfeitas em instrumental e letra não deixam espaço para palavras. Por isso, lanço abaixo outra música serena, ao vivo, só no violãozinho.

Que gracinha, né? É o tipo de som que você escuta com a(o) namorada(o) embaixo das cobertas. Bonita, talentosa e divertida, essa é Sarah Blasko. Porque divertida? Conhece OutKast?

Para finalizar essa recomendação (que está mais para uma puxação de saco), mostro um clipe muito bem feito e com uma música fantástica (ORLY?)

Ounnn… parei.

Para os cristãos de plantão: Sarah Blasko é filha de dois missionários e frequentava a igreja que hoje é o HILLSONG. Eita. 

Fire Emblem

Como diria o velho estrategista Sun Tzu, “o que é de suma importância em uma guerra é atacar a estratégia do inimigo”. Mas que isso tem a ver com esse post de games aqui no Eks? TUDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Tem tudo a ver porque estamos falando de games, de estratégia, de games de estratégia, estratégia de games e… enfim. Estamos falando de Fire Emblem.

Este fabuloso game lançado pela Nintendo, primeiramente para o Famicom (conhecido por nós aqui das Américas como Nes, ou ainda Nintendinho) em 1990, é considerado como o primeiro do gênero. Trata-se de um RPG/estratégia onde cada personagem tem um papel durante a batalha e cada quadradinho movido pode significar a vitória. Aí temos nosso elemento de estratégia. O RPG é incorporado a um cenário medieval fantasioso, com magias, cavaleiros clássicos em seus cavalos e também cavaleiros montados em pégasos ou wyverns, criaturas parentes de dragões, mas bem menores.

Screen do primeiro Fire Emblem, para Famicom

Hoje em dia temos games inspirados nessa épica saga dos RPG de estratégia. Dentre eles temos o Advance Wars, para Game Boy Advance e o famosíssimo Final Fantasy Tactics. Fire Emblem veio para revolucionar o mundo dos games.

Agora vamos aos pontos fortes…

O primeiro ponto forte, e o meu favorito, é a necessidade de se fazer uma estratégia para enfrentar os inimigos. Digo isso porque não adianta ser o super espadachim lendário se você vai enfrentar o soldadinho especialista em matar super espadachins lendários com sua lança para matar espadachins lendários. Cada tipo de personagem e a arma que usa é forte contra outro tipo de personagem, com a sua respectiva arma. Da mesma forma que também há uma fraqueza. Esse triângulo de combate funciona assim: espada > machado > lança > espada. Isso também acontece com os arqueiros, que são especialistas em abater unidades aéreas. Além disso, temos as magias e as vantagens e desvantagens também são aplicados aqui. Logo, estamos falando de estratégia pura!

Mais um ponto forte é a evolução dos personagens. Cada um possui 20 níveis de evolução. Se você acha que parou por aí, está enganado!!! A partir do nível 10 e se possui o respectivo item para tal, os personagens podem evoluir para classes ainda mais poderosas e possuem mais 20 níveis a serem alcançados!!! Isso sem contar que a partir do game Fire Emblem: The Sacred Stones os personagens poderiam escolher entre duas classes avançadas e não ter uma evolução fixa, como acontecia anteriormente.

Um mais da hora que o outro. E agora????????

Outro ponto forte é que em todos os games da série o enredo é bem trabalhado, contando com tramas de criaturas malignas e guerras de tronos. Sem contar também que os jogos são longos e é possível mergulhar em seu enredo e também mergulhar em cada personagem. Durante as batalhas, alguns personagens podem interagir entre si, além de haver a possibilidade de convencer alguns alguns inimigos específicos ou NPC (non playable characters, ou seja, personagens não jogadores) para se juntar a equipe.

O game é tão bom que até hoje possui continuidades. Ao total, são 12 games na série Fire Emblem e observamos frequentemente evoluções muito positivas em jogabilidade, história e gráficos. Um comentário que ouvi recentemente sobre o mais atual game da série foi do meu amigo Gabriel: “impressionante!”. Nada mais a acrescentar.

Lembra da primeira imagem deste post? Este aqui é um dos mais atuais da série!!!

Poderia dar milhões de outros motivos para se jogar Fire Emblem, mas o principal conselho que posso dar a vocês coleguinhas gamers é Eksperimentar esse lendário RPG/Estratégia. Teste seus dotes de estrategista e mergulhe profundamente nessa saga muito bem elaborada. 100% de garantia de diversão por horas e horas!

Cannes

Começou no dia 15 de maio a 66ª edição do Festival de Cannes, talvez a competição de maior prestígio do cinema mundial. O Eks recomenda que os cinéfilos de plantão fiquem de olho, pois sempre sai coisa boa de lá. Para quem duvida, é só lembrar alguns dos últimos vencedores: “Pulp Fiction”, “Dançando no Escuro”, “O Pianista”, “A Árvore da Vida” e os dois últimos filmes de Michael Haneke, queridinho do júri, “A Fita Branca” e “Amor”.

Em 2013 o júri será presidido por Steven Spielberg. A escolha do presidente é de grande importância, pois ele tem muito peso na escolha dos premiados. Um bom exemplo foi a edição de 2004, quando Quentin Tarantino foi o presidente na ocasião. Ele ficou fascinado e defendeu arduamente a escolha de “Oldboy” para a Palma de Ouro, mas o júri internacional acabou escolhendo “Fahrenheit 11/9”, de Michael Moore. Mesmo assim o filme coreano, com lobby de Tarantino, saiu da França com o Grand Prix, o prêmio do júri.

Nota do Editor: Um dos meus asiáticos preferidos

Esse ano quem abre a festa é “O Grande Gatsby”, de Baz Luhrmann. O filme estrelado por Leonardo DiCaprio não está na competição. Dentre os competidores há uma grande variedade, que vai de Paolo Sorrentino a Jia Zhangke. Mas os olhos devem recair sobre as celebridades Roman Polanski, que apresenta “La Vénus à la Fourrure”, os irmãos Coen com “Inside Llewyn Davis” e Steven Soderbergh com “Behind the Candelabra”, que contará a história de Liberace, interpretado por Michael Douglas. Vale a pena ficar de olho em “Only God Forgives”, nova parceria entre o diretor  dinamarquês Nicolas Winding Refn e Ryan Gosling, que juntos já apresentaram “Drive” no mesmo festival.

A mostra paralela Um Certo Olhar promete dois filmes interessantíssimos: “Enquanto Agonizo”, adaptação de “As I Lay Dying”, romance de William Faulkner, que é dirigido por James Franco. E a nova obra de Sofia Coppola, “The Bling Ring” (a tradução no Brasil deverá ser “A Gangue de Hollywood”), estrelada por Emma Watson.

Se mantiver a tendência dos últimos anos, podemos esperar algumas dessas obras na lista de indicados ao Oscar em 2014. O que é certo é a qualidade desses filmes. Se Oscar, Globo de Ouro e Bafta geram algumas polêmicas em suas escolhas, isso dificilmente acontece com a Palma de Ouro. Cannes é sinônimo de cinema bom!

Thomas Shikida é jornalista e colunista no site Cactoos. Já virou um colaborador frequente no Eks e continua pontual como o oriental que é.

A Chave de Sarah

Como vocês já devem saber (assim espero), eu gosto da temática Segunda Guerra Mundial, como descrevi no post sobre MAUS. Sendo assim, trago, mais uma vez, uma eksperimentação que aborda o mesmo assunto, porém trata-se de um filme francês: A Chave de Sarah. Eu poderia também falar do livro homônimo escrito pela também francesa Tatiana de Rosnay, o qual, ao meu ver, é bem mais instigante, mas a produção cinematográfica é bem feita e de sensibilidade ímpar, bem como a narração escrita. Falar de um é falar do outro, claro, mas antes dos enfins, um pouquinho do filme:

Como sempre, eu li o livro antes de assistir ao filme, embora tivesse conhecimento deste antes. Dirigido por Gilles Paquet-Brenner, o filme se passa alternadamente entre 1942 e 2002 e traz à tona as verdades e barbaridades da Segunda Grande Guerra. No século XXI, a jornalista Julia Jarmond (Kristin Scott Thomas)  é encarregada de fazer uma reportagem especial sobre o tempo em que Paris ficou sob domínio nazista. O que ela vai descobrir está mais próximo do que se possa imaginar.

Casada e mãe de uma filha, Julia está grávida, mas não tem o apoio do marido, o qual pede aborto. Pressionada, triste e convencida, ela vai até uma clínica, mas o seu desejo de saber a verdade sobre duas crianças foi mais forte.

Sarah Starzynski (Mélusine Mayance) é uma garota judia que mora em Paris com os pais e o irmão caçula Michel no período da dominação nazista. Antes de toda a família ser levada por soldados franceses para um campo de concentração, Sarah tenta proteger o irmão escondendo-o em um armário com a promessa de voltar para buscá-lo. Ela tranca o armário e guarda a chave consigo.

A jornalista, que descobre uma ligação entre sua família e a de Sarah, se lança numa busca profunda pela garota e Michel, na esperança de que eles estejam vivos, afinal apenas os nomes dos pais destes estão na lista de presos dos campos de concentração.

Será que Sarah voltou para resgatar o irmão? Será que ela ainda está viva e contribui para a reportagem especial de Julia? Como termina essa história? Respostas que você, leitor, terá de descobrir quando assistir ao filme A Chave de Sarah. E, com certeza, não menos importante, deixo aqui a recomendação do livro também!

Uma história emocionante que não se pode deixar de conhecer. Vale a pena e o Eks recomenda!

Marrocos

enhores passageiros com destino ao Marrocos, para iniciarmos nosso texto é necessário que os senhores vão ao YouTube e procurem pela música “Marrakesh Express” do trio “Crosby, Stills and Nash”. Desde já agradecemos a preferência pelas Linhas Aéreas Eksperimentar. Muito obrigado e tenham uma boa leitura!

Nota do Editor: RÁ! Não precisam procurar nada! O vídeo está LOGO ABAIXO! Não é magia, é tecnologia!

E aí? Colocaram a música? Muito bem, isso dará uma trilha sonora para uma incrível viagem que fiz e que compartilho as informações para quê, caso se sintam interessados, façam também! Primeiro passo é sem dúvida chegar ao Marrocos. Feito isso, aconselho logo de cara o tour Camel Trekking.

O passeio consiste em 3 dias e por €200 por pessoa estão inclusos todo o transporte, visita a pontos turísticos, café da manhã, jantar e acomodações para as duas noites. Guiado por Arhmed, um marroquino gente boa e atencioso que fala um inglês bem compreensível, um espanhol razoável e um árabe perfeito (logicamente), o percurso nos leva a lugares mágicos nunca antes visto por esse que vos escreve.

Todo o transporte do tour ocorre em uma confortável Hyunday para 6 passageiros. É um pouco cansativo, já que passei umas 16 horas dentro do automóvel, mas as estradas são todas asfaltadas e as majestosas cadeias de montanhas do Atlas os cercarão pela grande maioria do caminho, fazendo com que os minutos passem mais depressa.

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Marrakesh

O início da jornada é na cidade de Marrakesh, um ponto chave para visitas. A cidade, uma das mais populosas do país, tem belas mesquitas e tradicionais restaurantes. É sem dúvida o lugar para a compra de presentes e lembrancinhas (cartões, bijuterias, tradicionais calçados e xales, entre outras coisas). O guia te busca em qualquer ponto da cidade, mas conhecê-la não está presente no cronograma do passeio, ou seja, é preciso de um dia a mais para visitar o local.

Cadeia montanhosa Atlas

Após o ponto de encontro, a primeira etapa é a travessia do Atlas, cadeia de montanhas que se estende da Argélia até a Tunísia. O Atlas é também a primeira rasteira que a natureza lhe dá, pois com tanta beleza natural apresentada você se sentirá um pedregulho no meio de tal maravilha. Para os fãs de geografia e especificamente do assunto rochas e sedimentos, aviso que o banquete já está servido neste local. O que não faltam são os montes e as rochas de todas as formas e cores.
A hora passa e temos que deixar as estradas que sobem e descem o Atlas, mas não se preocupe ele não deixará saudade no momento, já que pega carona conosco e continua ao redor do trajeto em direção aos nossos destinos.

Kasbah Aitibinhadou

As próximas paradas possuem ares cinematográficos, pois visitamos o Kasbah Aitibinhadou, que seria uma pequena cidade fortificada e que se encontra no caminho entre Marrakesh e o Saara, e que fora também cenário de filmes como “Gladiador”, “Príncipe da Pérsia” e recentemente a série de TV “Games of Thrones”. E a cidade de Ouarzazate, onde se encontra o Atlas Studios, responsável por filmes como “A Bíblia” e “A Múmia”.

Vale das Rosas

Vale das Rosas

Antes de descansarmos, fazemos uma última parada no Vale das Rosas. Sobre este local não vou me estender muito porque não há muita explicação, é apenas uma das vistas mais inacreditáveis da minha vida! Eu estava tão morto de tanto andar de carro que cochilei quando Arhmed mostrou a necessidade de descer para uma última vista panorâmica. Desci da van, um pouco contra minha vontade, e subi um lance de uns 100 degraus. Foi então que tomei meu segundo golpe. Um upper no queixo tão forte que fiquei zonzo com tamanha beleza. A imagem acima é apenas 10% do que representa estar lá!

No fim do dia repousamos no Hotel 5 Luas, que não é 5 estrelas muito menos 5 luas (heh), mas é uma acomodação aconchegante e suficiente para uma noite bem dormida. Ah! E lembrem que jantar está incluso, então desfrutem do menu:

Cerâmica chique

Como entrada, uma sopa marroquina. Como prato principal, um tradicional Tagine, um cozido que dependendo do restaurante, possui ingredientes diferentes. Basicamente é um cozido com frango, batatas, cenouras, tomate e vagem. Então porque não chamamos apenas de cozido? Por causa do diferencial que está apenas no modelo do prato que é servido, uma obra da cerâmica marroquina.

Galera esse foi só o primeiro dia e o segundo foi mais incrível ainda, com um grand finale de arrepiar!
Então vamos lá?

Sou engraçadão

O dia começa às 9 da matina e … OPA, OPA! Acharam que ia ser fácil assim?

É o seguinte: Eu quero audiência para o Eksperimentar!!!! Hahahaha
Antes, gostaria de agradecer aos elogios que recebi pelo texto de Stratford-upon-avon! Muito muito obrigado mesmo, fico extremamente feliz pelo reconhecimento!!!
Mas voltando ao meu apelo, apenas com 20 comentários com o texto: ” Eu quero ir para o Marrocos!!!” é que o segundo e último capítulo da minissérie “Duas noites e 3 dias no Marrocos” será publicado nesse website. Portanto, você que gostou e está curioso, comente já e vá em busca de amigos e parentes que leiam o primeiro texto e comentem também!

Até mais caros leitores!! Os espero para nossa próxima aventura!!!

Gabriel Kimio é o colaborador do Eks que mais viaja. Sorte dele. O azar é que sua namorada ficou no Brasil. Mas isso irá desanimar nosso samurai? NUNCA! Aí vai sua homenagem para sua garota, a Aninha!

Românticos!

PS: O texto do Gabriel é minimamente editado. Como ele é um colaborador externo, prefiro deixar suas marcas de linguagem e personalidade no texto do que corrigir e arrumar cada detalhe que acho “inadequado”. O importante, nesse caso, é a emoção.

“Morte e Vida Severina” em Animação

Como deve ser (deve mesmo, obrigação) do conhecimento de todos, Morte e Vida Severina é um poema escrito por João Cabral de Melo Neto (Membro da Academia Pernambucana de Letras e da Academia Brasileira de Letras, foi agraciado com vários prêmios literários. Quando morreu, em 1999, especulava-se que era um forte candidato ao Prêmio Nobel de Literatura) em 1955.

Este “livro”, que é poema, conta a história de um migrante nordestino – Severino, óbvio – que sai do sertão em busca de uma vida melhor no litoral. Um poema belíssimo sobre o sofrimento, fé, solidão… Poema (ou livro) que virou também música na voz de Chico Buarque, a pedido do então diretor do Teatro TUCA da PUC de SP, Roberto Freire. Fato que eu descobri somente agora, mas isso não vem ao caso. Ah, também criaram em 1981 um “Teleteatro Musical” baseado nesta obra. Produzido pela Tv Globo. O que também não vem ao caso.

Quero que todos eksperimentem, já que todos leram o poema (eu estou certo disso) é a animação produzida pelo cartunista Miguel Falcão.

   Toda feita em preto e branco a adaptação preserva o texto original e dá vida e movimento aos personagens do texto.

Eu achei fantástico. O animação resgata o sentimento de angústia do poema e tem uma leveza ímpar. É muito fiel aos traços dos quadrinhos.

E como toda cultura deve ser compartilhada e disseminada aos montes, você pode ver a animação completa apertando o “play” aqui em baixo.

Também é legal ver o Making of do filme com depoimentos da equipe de animação do Miguel e de Gero Camilo, ator que interpreta Severino, na página da TV Escola.

Abraço do Zé!

Marvel no cinema: Fase 2

Todo mundo e muito mais

Todo mundo junto e muito mais

Aproveitando a esteira da estreia de “Homem de Ferro 3”, vou recomendar aos leitores que comecem a curtir, desde o início, a Fase 2 da Marvel no cinema.

A Fase 1 começou em 2008, com “Homem de Ferro”, e terminou em 2012 com “Os Vingadores”. Entre esses dois filmes, tivemos “Homem de Ferro 2”, “O Incrível Hulk”, “Thor” e “Capitão América – O Primeiro Vingador”. A aposta arriscada se mostrou acertadíssima, bem trabalhada e um sucesso.

Agora começa a Fase 2. Nela teremos, em 2013, além da terceira aventura de Tony Stark, a segunda aparição de Thor em “Thor – Mundo Sombrio”. Em 2014 Steve Rogers volta em “Capitão América – O Retorno do Primeiro Vingador” e seremos apresentados aos “Guardiões da Galáxia”. Em 2015 a Fase 2 termina com o aguardado “Os Vingadores 2”.

Six seasons and MIL movies

Quem assistiu a todos os filmes solo dos herois antes de “Os Vingadores” viu como a experiência é amplificada. Por isso recomendo que aproveitem para curtir a Fase 2 ao máximo. Até porque, como todos sabem, as ligações entre os herois serão cada vez maiores com o passar dos filmes. A questão é apenas qual personagem vai fazer uma ponta no filme do outro.

E quem está sentindo falta do Hulk, fique calmo. Bruce Banner (Mark Ruffalo) pode participar de alguns filmes solo dos herois e está confirmado em “Vingadores 2”. Mas uma nova aventura do gigante esmeralda só deve chegar na Fase 3 da Marvel (sim, já existem planos para a Fase 3!). Nela devem ser adicionados “Homem Formiga”, “Doutor Estranho”, “Pantera Negra”, “Feiticeira Escarlate” e muito mais. Para os fãs dos quadrinhos, fica a expectativa da adaptação dos arcos “Planeta Hulk”, “Hulk Contra o Mundo” ou até um dos maiores sonhos nerds (pelo menos para mim): “Guerra Civil”.

Guerra Civil: queremos ver a porrada comer

Fiquem atentos às novidades sobre os herois no cinema, e não percam a oportunidade de, literalmente, viver a experiência do universo Marvel nas telonas.

Thomas Shikida é jornalista, apreciador de café e colunista no site Cactoos. Será que se tornará colunista do Eks também? Tan-tan-daaan!!!

Whose Line Is It Anyway?

Começo esse post com total pretensão, afirmando que esse é o melhor programa de improviso já inventado e que foi dele que muitos outros tomaram inspiração. Vou mostrar aqui porque você deve eksperimentar esta pérola da comédia. “Whose Line Is It Anyway? – o show onde tudo é improviso e os pontos não importam.”

O trio fantástico, da esquerda para a direita: Drew Carey, o apresentador nerd; Colin Mochrie, o canadense careca; e Ryan Stiles, o girafão desengonçado.

Criado inicialmente como um programa de rádio na Inglaterra, foi ao ar para a TV britânica em 1988. Seguindo o encerramento do programa inglês, em 1998, os Estados Unidos realizaram uma adaptação muito bem sucedida aproveitando participações constantes dos mesmos comediantes ingleses em seu próprio palco, que durou oito temporadas e levou a audiência do canal ABC às alturas durante suas transmissões. Assistindo ao vídeo abaixo será fácil entender o sucesso.

O programa consiste em quatro jogadores que são desafiados a algumas cenas de improviso com base em sugestões da plateia e de indicações do apresentador. Na versão americana o apresentador era Drew Carey, com Ryan Stiles e Colin Mochrie, duas figuras hilárias, como participantes fixos. Dentre os outros convidados estavam o talentosíssimo Wayne Brady, normalmente chamado para ocupar uma das cadeiras e o quarto lugar, comumente separado para um comediante surpresa. Algumas celebridades, como Whoopy Goldberg, foram convidadas a participar, mas os diretores acabaram por decidir manter as apresentações apenas com comediantes para não desengrenar as improvisações.

A infinidade de ideias e a altíssima qualidade criativa dos participantes era tão incomum que ficava difícil não rir durante o espetáculo inteiro, em todos os jogos, do começo ao fim. Por essas interpretações sensacionais houve algumas indicações e uma premiação ao Emmy Awards, pela brilhante participação de Wayne Brady. Com suas atuações inteligentes e improvisações musicais excepcionais, Wayne arrasava criando letras de músicas conforme temas sugeridos pela platéia, sempre guiado nas canções pela bela e virtuosa pianista Laura Hall.

Posso escrever um texto enorme, mas não poderei descrever o quanto você vai gargalhar com esse show. Aproveite, clicando aqui para ir direto ao episódio de estreia do show de improviso de maior sucesso que já foi feito. Whose Line Is It Anyway? vai te fazer rir até chorar e você nunca verá outro show tão incrível quanto esse!

PS: no youtube só encontrei duas temporadas legendadas, infelizmente.

Centro de Tradições Nordestinas

Localizado no bairro do Limão, Zona Norte de São Paulo, o Centro de Tradições Nordestinas é autoexplicativo. Fundado em maio de 1991, o CTN abriga dez restaurantes e nove quiosques que servem diariamente pratos típicos do Nordeste brasileiro.

De imediato, dou o motivo da minha recomendação: bagagem cultural. Você não precisa ser nordestino ou descendente para ir ao local. Conhecer outras opiniões, outros modos de vida, conhecer o outro, enfim, é muito rico para qualquer pessoa que se abstenha de pré-conceitos. Mas voltemos ao CTN

Mais que um ponto de encontro para os nordestinos residentes na grande São Paulo, o local é uma forma de divulgação e preservação dessa cultura tão forte e presente. E quando digo forte, me refiro em parte à história rica em personagens “heróis” (Lampião e Maria Bonita), em parte à comida carregada de temperos e ingredientes próprios e em parte à vontade de manter tudo isso vivo.

Oxente!

Oxente!

O CTN abrange uma área de 27 mil metros quadrados, o equivalente a, aproximadamente, dois campos e meio de futebol (considerando a maior medida). Há espaço para shows e uma feira de artesanato em que se encontra quadros, bonequinhos, literatura de cordel, coisas para decoração e outras mais.

Nesse lugar gigante, há espaço também para as crianças e a Igreja Imaculada Conceição. Acoplada a ela, há uma lojinha com artigos religiosos e uma reprodução de Frei Damião, o mensageiro da fé.

A expressão de fé no Nordeste é sempre marcante

A expressão de fé no Nordeste é sempre marcante

E, claro, eu não poderia deixar de citar a deliciosa comida. Algumas pessoas não apreciam essa culinária, infelizmente, mas é de se entender: pratos muito temperados e apimentados. Por 35 reais eu comi uma baita refeição que dava para duas pessoas na qual vinham arroz branco, baião de dois, escondidinho de carne seca (ou de siri), mandioca frita com carne e aquela farofa bem temperada. Há quiosques com culinária típica de cada estado do Nordeste. Tem receitas disponíveis no site :)

Além de tudo isso, o CTN promove ações sociais que oferecem, por exemplo, atendimentos gratuitos de odontologia, corte de cabelo, cadastro de emprego, feira de adoção de cães e gatos, e muitos outros. O Centro de Tradições Nordestinas fica na Rua Jacofer, 615 – Bairro do Limão. Para mais informações sobre shows, o local e os projetos, acesse o site aqui